Sistema Operacional Inteligente para o Legislativo Municipal

Toda resposta com o artigo citado. Toda decisão com quem tem mandato.

O LEGISAI conhece a Lei Orgânica, o Regimento Interno e todas as leis do seu Município. Ele pesquisa, prepara minutas e analisa proposições antes do protocolo — e mostra, em cada resposta, o dispositivo que a sustenta. Assinar, votar e protocolar continuam sendo atos de quem tem o mandato.

O problema

A Câmara legisla com a estrutura que tem.

O problema não é falta de competência. É volume, tempo e a ausência de apoio técnico especializado no momento em que a decisão é tomada.

  • Volume normativo

    Constituição, leis federais, jurisprudência do STF, entendimentos do Tribunal de Contas, Lei Orgânica, Regimento Interno e décadas de leis municipais. Tudo se aplica ao mesmo projeto — e tudo muda o tempo todo.

  • Assessoria enxuta

    Em câmaras de pequeno e médio porte, a mesma pessoa redige, pesquisa, confere prazo e prepara a sessão. Não há tempo para verificar cada artigo de cada proposição.

  • O custo do erro

    Um vício de iniciativa ou de competência só aparece depois: veto, questionamento judicial, apontamento do Tribunal de Contas. O desgaste é institucional — e recai sobre a Presidência.

Vereadores e assessores já usam ferramentas genéricas de IA para redigir. O risco não está no uso: está na ausência de fonte e de rastro.

Como funciona

Uma assessoria técnica permanente, construída sobre a norma da sua Câmara.

O LEGISAI não é um chatbot genérico nem um sistema de protocolo. É uma camada de inteligência jurídico-legislativa que responde com base no acervo normativo da sua Casa — e cita a fonte em cada resposta.

  • Perguntar à norma

    “Qual o quórum para esta matéria?” “Este projeto pode ser apresentado por vereador?” A resposta vem em segundos, com o artigo da Lei Orgânica ou do Regimento que a sustenta — e o link para conferir no original.

  • Redigir com técnica legislativa

    Requerimento, indicação e moção preparados na forma que o Regimento exige: ementa, fundamentação, dispositivo. O resultado é uma minuta para o vereador revisar, ajustar e assinar — nunca um documento que vai ao protocolo sem passar por ele.

  • Analisar a proposição antes do protocolo

    Competência do Município, iniciativa (do vereador ou privativa do Prefeito), espécie normativa adequada e sobreposição com lei já existente sobre o mesmo objeto. O resultado é uma análise preliminar de admissibilidade, com fontes, para a comissão competente e a assessoria decidirem com o quadro à vista.

Em todos os casos, o que sai é um rascunho ou uma análise — sujeitos à revisão de quem tem mandato ou cargo.

O acervo

Ele conhece a legislação inteira do Município.

Não apenas a Lei Orgânica e o Regimento: todo o acervo de leis que a sua Casa já aprovou — inclusive as que hoje só existem em papel.

O que entra no acervo da Câmara

  • Lei Orgânica e suas emendas
  • Regimento Interno e resoluções
  • Leis ordinárias e complementares — todas
  • Decretos legislativos e atos da Mesa
  • Normas de processo legislativo e protocolo
  • PPA, LDO e Lei Orçamentária

Somado à camada nacional: Constituição Federal, leis federais, jurisprudência do STF e entendimentos do Tribunal de Contas competente para o seu Estado.

Por que isso muda o dia a dia do gabinete

Situação hipotética, apenas para ilustrar o funcionamento

  1. O vereador redige

    Imagine um projeto de lei determinando a instalação de redutor de velocidade na Rua Sete de Setembro, nas proximidades do número 500.

  2. O sistema sinaliza

    “Atenção: há norma municipal em vigor tratando de redutor de velocidade nesta mesma via, em trecho próximo. Confira o texto antes de protocolar.” — com a lei, o artigo e o link para o original.

  3. O vereador decide

    Ajusta o objeto, amplia o trecho, propõe a revogação da norma anterior ou segue em frente com justificativa. A decisão continua sendo dele. O que mudou é que ele soube antes.

O sistema aponta o que encontrou no acervo, para conferência humana — nunca afirma que uma lei não existe. Se o acervo não cobre o tema, ele declara a lacuna. É por isso que a implantação inclui a digitalização das leis que só existem em papel.

Fonte citada, sempre

Toda resposta vem com a fonte.

O vínculo é rastreável até o documento original: resposta → trecho → documento → versão. Se a fonte não sustenta a conclusão, a resposta não sai.

Representação conceitual do formato de resposta

Pergunta
Vereador pode apresentar projeto de lei criando cargos na Prefeitura?
Resposta
Em regra, não. A criação de cargos na administração direta do Executivo é de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo. Projeto nesse sentido apresentado por vereador tende a apresentar vício de iniciativa. A Lei Orgânica do seu Município reproduz essa regra para o Prefeito em dispositivo próprio — o sistema o cita quando o acervo está carregado.
Fonte
Constituição Federal — art. 61, § 1º, II, “a”
Trecho exato
“São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: […] II – disponham sobre: a) criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração;”
Documento e versão
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 — texto compilado, vigente
Link para o original
planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Grau de confiança
Alta Fonte primária oficial. Regra federal aplicada ao Município; conferir o dispositivo correspondente da Lei Orgânica local.

Os quatro elementos de cada citação

  • Trecho exatoO texto que sustenta a conclusão, não um resumo.
  • Documento e versãoQual norma, qual redação, qual data de vigência.
  • Link para o originalUm clique abre o documento oficial para conferência.
  • Grau de confiançaQuando a fonte não basta, o sistema declara a lacuna e pede revisão humana.

Preferimos que o sistema se cale a que ele invente.

Assessor, nunca juiz

Assessor, nunca juiz.

Existe uma linha que a ferramenta não atravessa — e ela é definida por nós, não pelo usuário.

  1. R0Informarconsulta, resumo, pesquisaa IA, com fonte
  2. R1Organizarprazos, pauta, tramitaçãoa IA, com fonte
  3. R2Redigirminutas e briefingsa IA prepara; a pessoa revisa
  4. R3Analisarcompetência, iniciativa, parecer preliminara IA prepara; revisão humana obrigatória
  5. R4Decidirassinar, votar, protocolar, publicarsempre humano. A IA não executa.

Quanto maior o risco institucional do ato, maior a exigência de revisão humana. No topo da escala, a ferramenta simplesmente não executa: assinatura, voto, protocolo definitivo e publicação são atos de quem tem mandato ou cargo. Não há configuração que mude isso.

Conformidade

Construído sobre o que o Governo Federal recomenda.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos publicou, com o Serpro, o Guia de IA Generativa no Serviço Público. À esquerda, o que o Guia diz — citado literalmente. À direita, como o LEGISAI responde.

O Guia recomendaComo o LEGISAI responde
“A IAG deve ser uma ferramenta auxiliar, não substituta, mantendo-se sempre o controle humano sobre o processo criativo e decisório.” A IA nunca assina, protocola, vota ou decide. Toda saída é minuta ou análise sujeita à revisão de quem tem mandato ou cargo.
“Modelos de IAG também podem gerar textos e apontar referências inexistentes, o que não é aceitável para a segurança da informação veiculada.” Nenhuma citação sai sem lastro no texto recuperado do acervo. Sem fonte, o sistema se abstém e declara a lacuna — e o bloqueio fica registrado.
“A responsabilidade do servidor sobre qualquer documento produzido, com ou sem IAG, permanece inalterada.” Por isso a ferramenta mostra a fonte, o trecho e o link: para que o responsável confira antes de assumir o ato.
“Incluir no rodapé de um documento institucional a observação: ‘Parte do conteúdo foi gerado com o auxílio de IA.’” Conteúdo produzido com apoio de IA nunca é apresentado como autoria humana. Cada consulta registra usuário, pergunta, fontes, versão do modelo e data — trilha de auditoria completa.

Citações do Guia de IA Generativa no Serviço Público (MGI/Serpro), conferidas na página oficial em 24/08/2026. Guia completo: gov.br/governodigital → Inteligência Artificial → Publicações. Programa Amplia: gov.br/amplia.

Como a assertividade é medida

Assertividade medida, não prometida.

Todo fornecedor promete precisão. Nós mostramos como ela é testada — antes de qualquer entrega.

  • Banco de casos com resposta conhecida

    Um conjunto de casos jurídicos com a resposta correta estabelecida — vício de iniciativa, competência, quórum, prazo, conflito entre normas — construído com o acervo de câmaras reais.

  • Teste a cada mudança

    Qualquer alteração no sistema roda o banco inteiro. Se a taxa de acerto cair, a mudança não entra em produção.

  • Casos-armadilha

    Incluímos de propósito perguntas cuja resposta não existe no acervo. O sistema tem que dizer “não encontrei” — e é isso que medimos.

  • Erro reportado vira caso de teste

    Quando um usuário aponta um erro, ele entra no banco de casos e passa a ser verificado a cada versão. O sistema fica mais preciso com o uso, de forma verificável.

“Essa ferramenta é o assessor do vereador — e assessor não pode errar.” Esse é o critério de projeto: preferimos que o sistema se cale a que ele invente.

Implantação

Implantação: o DNA legislativo da sua Câmara.

O sistema não chega pronto. Ele é construído sobre o acervo normativo da sua Casa — e é isso que o torna preciso.

  1. Levantamento e digitalização

    Reunimos todo o acervo. As leis que só existem em papel são digitalizadas com OCR por empresa parceira especializada em acervos legislativos.

  2. Organização

    Cada norma é estruturada por artigo e dispositivo, com data, vigência e histórico de alterações — a vida de cada lei: o que ela altera, o que revoga, o que regulamenta.

  3. Conferência

    O texto digitalizado é conferido contra o original, por amostragem, antes de entrar no acervo. Texto ainda não conferido é sinalizado como tal em cada citação. A etapa fecha com a checagem de cobertura: o que está completo, o que falta, o que precisa de atenção.

  4. Capacitação

    Treinamento da assessoria e dos gabinetes com casos da própria Câmara. A ferramenta entra na rotina — não vira mais um sistema parado.

O acervo digitalizado fica com a Casa. Independentemente de contrato, a Câmara recebe o seu acervo organizado — Lei Orgânica, Regimento e leis municipais estruturados por artigo — em formato que pode usar sem o LEGISAI. É patrimônio da instituição, não do fornecedor.

Contratação

Contratação sem dor de cabeça.

O produto nasce pronto para ser contratado dentro da Lei 14.133/2021 — com a documentação técnica que o processo exige.

Kit de Contratação

  • Especificação funcional completa da solução
  • Matriz de requisitos técnicos e de segurança
  • Subsídios para o Estudo Técnico Preliminar (ETP)
  • Minuta de Termo de Referência
  • Acordo de Nível de Serviço (SLA) e suporte
  • Documentação de conformidade com a LGPD
  • Matriz de riscos e plano de implantação
  • Metodologia de capacitação
  • Dados em território nacional

    Infraestrutura hospedada no Brasil, com registro de acesso e trilha de auditoria — requisito prático da LGPD para órgão público.

  • Piloto antes do compromisso

    Diagnóstico gratuito do acervo, demonstração com a norma da sua Casa e período de avaliação antes de qualquer decisão.

O investimento é dimensionado conforme o porte da Câmara e o volume do acervo normativo, e apresentado depois do diagnóstico.

Perguntas frequentes

Perguntas que toda Presidência faz.

A IA vai decidir no lugar do vereador?

Não. O LEGISAI pesquisa, prepara minutas e analisa. Assinar, votar, protocolar e publicar são atos que a ferramenta não executa — e não há configuração que mude isso. Toda saída é rascunho para revisão de quem tem mandato.

E se ela errar?

Toda resposta traz a fonte, o trecho exato e o link para o original, justamente para que um erro seja visível antes de virar ato. Quando a fonte não sustenta a conclusão, a resposta é bloqueada e o sistema declara a lacuna. Erros reportados viram casos de teste que o sistema precisa passar antes de qualquer atualização.

Precisamos trocar nosso sistema atual?

Não. O LEGISAI convive com o sistema de protocolo e tramitação que a Câmara já usa — inclusive o SAPL. Ele é uma camada de inteligência sobre o acervo normativo, não um sistema de gestão que exige migração.

Como é a contratação?

Pela Lei 14.133/2021, na modalidade que couber ao porte da contratação e à realidade da Câmara. A proposta vem acompanhada do Kit de Contratação — especificação, requisitos, subsídios ao ETP, minuta de Termo de Referência, SLA e documentação de LGPD — para que a assessoria conduza o processo com segurança. Antes disso: diagnóstico, demonstração e período de avaliação.

Quanto custa?

Depende do porte da Câmara e do volume do acervo normativo — em especial de quanto dele ainda está apenas em papel. O diagnóstico gratuito serve exatamente para dimensionar isso. Depois dele, apresentamos a proposta.

Nossas leis antigas estão só em papel.

É o caso da maioria das câmaras, e faz parte da implantação. As leis em papel são digitalizadas com OCR por empresa parceira especializada em acervos legislativos, conferidas contra o original e organizadas por artigo. O acervo digitalizado fica com a Câmara.

Onde ficam os dados?

Em infraestrutura hospedada no Brasil, com registro de acesso e trilha de auditoria. Cada Câmara tem ambiente isolado: o acervo e as consultas de uma Casa nunca são visíveis a outra. Dados pessoais são tratados conforme a LGPD.

Quem é responsável pelo conteúdo gerado?

Quem assina. O LEGISAI produz minutas e análises com fonte, para revisão humana — a responsabilidade pelo ato continua com o vereador, a comissão ou o servidor que o adota, como orienta o Guia de IA Generativa no Serviço Público. A ferramenta existe para que essa responsabilidade seja exercida com a fonte na mão, não no escuro.

Diagnóstico gratuito

Comece pelo diagnóstico gratuito do acervo da sua Câmara.

A Câmara nos envia o acervo — Lei Orgânica, Regimento, resoluções e leis municipais, no formato em que estiverem. Devolvemos um relatório do estado da legislação da Casa: o que está completo, o que falta, o que só existe em papel e os pontos que merecem atenção, como conflitos entre normas e remissões a dispositivos que não existem. Sem custo, sem compromisso.

O que acontece depois

  1. Rodrigo Pena entra em contato pelo WhatsApp ou e-mail informados para combinar o envio do acervo.

  2. A Presidência recebe o relatório de diagnóstico.

  3. Se fizer sentido, demonstração com a norma da sua Casa já carregada — e só então uma proposta.

Prefere conversar antes?

Rodrigo Pena — sócio-administrador

rodrigo@legislativoai.com.br

+55 17 98176-8141 (WhatsApp)

Chame no WhatsApp ou escreva. A conversa inicial é sem compromisso.

Solicitar diagnóstico gratuito

Informe seu nome.
Informe seu cargo.
Informe o nome da Câmara.
Informe o município e a UF.
Informe um e-mail válido.
Com DDD. É por aqui que o retorno costuma ser mais rápido. Informe um WhatsApp com DDD, por exemplo (65) 99999-9999.

Coletamos apenas o necessário para retornar o contato. Sem cookies de rastreamento.

Solicitação recebida.

Obrigado, . Rodrigo Pena entra em contato pelo WhatsApp ou e-mail informados para combinar o envio do acervo. Se preferir adiantar, fale agora pelo WhatsApp.

Falar no WhatsApp